sexta-feira, 31 de julho de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
LUA CHEIA NA JANELA DO MEU QUARTO
Não quero da lua cheia
lembranças e lamentos.
Que não me suscite dúvidas
ou quaisquer ressentimentos.
Dela só quero a luz
que me envolve e imobiliza,
Quero todo o seu mistério
e sua beleza divina
Não quero lembrar-me de alguém
que não mereceu minha estima.
©rosangelaSgoldoni
lembranças e lamentos.
Que não me suscite dúvidas
ou quaisquer ressentimentos.
Dela só quero a luz
que me envolve e imobiliza,
Quero todo o seu mistério
e sua beleza divina
Não quero lembrar-me de alguém
que não mereceu minha estima.
©rosangelaSgoldoni
25 08 2010
RL T 2 705 508
terça-feira, 28 de julho de 2015
MEU PRIMEIRO VERSO
Vai tão longe, tão longe que me perco,
não acesso os caminhos da memória.
Meu verso, do primeiro, não me lembro,
apesar de fazer parte da minha história.
As letras me atraíram muito cedo.
Lia tudo que pudesse alcançar;
escrevi tanto, tanto, que me esqueço,
resolvi assumir e m'esforçar.
Hoje, sem papel, eu não resisto,
busco nem que seja um guardanapo,
rabisco a idéia em pedaços.
A trajetória do poema é traçada,
certamente, um dia resgatada,
e a poesia, como flor, brotará.
©rosangelaSgoldoni
16 12 2010
RL T 2 676 538
QUASE UM POEMA DE AMOR
Havia um quê de desconforto.
Não que fosse indigesto,
funesto ou
perturbador.
Apenas um verso sem pé nem cabeça,
quebrado,
predestinado a engessar um poema de amor.
A inspiração partiu sem dizer adeus.
©rosangelaSgoldoni
26 06 2015
SMM
RL T 5 326 935
domingo, 26 de julho de 2015
À PORTA DO CIRCO
E o dia
chegou
com
propósitos de esperança.
Acreditou!
Pensou
igualdade,
legalidade,
um prato na
mesa...
Desempregou!
Saúde,
família
cuidados,
vacinas,
o posto
vazio...
Decepcionou!
Crianças,
escolas,
merenda na
hora,
mestres
mestrando,
aluno
estudando...
Desencantou!
Sonhou
segurança,
festivas andanças,
avenidas,
calçadas,
adeus
cadeados...
Pobre
palhaço!
Sentou-se à
porta do Circo do Dia a Dia...
Chorou!
©rosangelaSgoldoni
07 06 2015
RL T 5 324
634
sábado, 25 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
FILHOS
Filhos,
abençoada por tê-los!
Só quem os têm pode sabê-lo!
Viva Vinícius!
abençoada por tê-los!
Só quem os têm pode sabê-lo!
Viva Vinícius!
©rosangelaSgoldoni
24 07 2015
RL T 5 322 733
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
AURORA DAS ROSAS
Plantei-me rosa num canto do jardim.
Brotei em meio a azaleias, jasmins,
begônias e margaridas.
Protegida pela energia de Flora,
recolhi meus espinhos,
entreguei-me ao carinho
do vento em mansidão.
Desperto na aurora
dos sonhos,
orvalho em pespontos
de renovada inspiração.
©rosangelaSgoldoni
23 07 2015
RL T 5 320 239
segunda-feira, 20 de julho de 2015
VOO DE MATURIDADE
A juventude passou distraída.
Sentia-se confortável
acolhida nos braços da eternidade.
Despertou maturidade
atrelada a alguns esboços e
projetos.
Seu olhar ainda se traduzia
em feixes de curiosidade.
Antes que se perdesse do tempo,
entregou-se ao vento das possibilidades.
Reencontrou-se em horizontes sem
limites.
©rosangelaSgoldoni
20 07 2015
RL T 5 317 675
AMIGO II
Amigos do peito,
amigos de fé,
estar com vocês
me mantém de pé.
Amigos reais,
de faces ocultas,
amigos leais
carinho resulta.
Amigos de agora,
amigos de outrora,
eu não me importo
caso vão embora.
O mais importante
é que houve troca!
rosangelaSgoldoni
07 09 2010
R T 2 482 957
sábado, 18 de julho de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
UM GOLE DE CAFÉ
O não querer se impôs
ao sobressalto do inesperado.
Fato consumado
pelas certezas das tuas incertezas.
Ciladas do bem querer em cerca viva de
malmequer.
Maroto,
desgosto,
apenas um corpo
e
um gosto que
se dilui ao
primeiro gole de café.
©rosangelaSgoldoni
20 11 2014
RL T 5 314 514
quinta-feira, 16 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
VERSOS E GIRASSÓIS
Senhor
da
razão,
embalou
o poema
sem os cuidados
do amor.
Laços
amarrotados,
fragilizados
romperam-se
ao
amanhecer.
Versos,
descoloridos de sentimentos,
partiram em busca
de girassóis vangoguianos.
©rosangelaSgoldoni
13 07 2015
RL T 5 310 099
sábado, 11 de julho de 2015
NAVEGO! MEU RUMO NÃO TRAÇO.
Seja vinho ou Campari,
as vezes preciso de um baque.
Não falo embriaguez:
não me perco em insensatez.
Mas de uma certa leveza
que faz rodar a cabeça.
Então me sinto num barco,
navego , meu rumo não traço.
Deixando a vida correr,
não há mais tempo a perder.
Rogoldoni
29 01 2011
as vezes preciso de um baque.
Não falo embriaguez:
não me perco em insensatez.
Mas de uma certa leveza
que faz rodar a cabeça.
Então me sinto num barco,
navego , meu rumo não traço.
Deixando a vida correr,
não há mais tempo a perder.
Rogoldoni
29 01 2011
RL T 2 759 953
sexta-feira, 10 de julho de 2015
DESTINO
Ah!
Se o destino por
troça
me oferecesse uma
rosa
pelas mãos de um
trovador...
Cantigas e melodias
à “vihuela de mano”
não me soariam
estranhas
aos ouvidos.
Ávida de novidades,
dou ares de
brevidade ao sonho.
Ah!
Se acreditasse em
destino...
©rosangelaSgoldoni
14 01 2015
RL T 5 306 880
quinta-feira, 9 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
SEM PRAZO DE VALIDADE
Desisti das rimas
pobres de amores.
Quero
a festa dos
licores,
sabores,
suores,
sussurros vorazes
sem prazos de
validade
ou relógios a
tiquetaquear.
A realidade em meus
poros,
hera a recobrir
nossos corpos
em simbiose de
amor.
Devaneios!
©rosangelaSgoldoni
19 08 2014
RL T 5 304 195Publicado em
http://confrariadaleitura.wix.com/pinheironeto#!Da-Série-Poetas-Mulheres-13/cu6k/55ceb0ac0cf2b503a1a485ed
terça-feira, 7 de julho de 2015
VINHOS & AROMAS
Vinho
[a profanar artérias]
alimenta o sangue
[no circular dos versos]
ao aromatizar-se poesia.
Ruborizam-se
as faces descoradas
[embriagadas]
insensatez [con]sentida
pós-escrivaninha.
©rosangelaSgoldoni
21 06 2014
pubicado em
Fiapos de Lucidez
sábado, 4 de julho de 2015
RECORTES DE VIDA
Um breve sopro,
suspiro,
lampejo;
realejo da sorte,
recorte
de vida
que gira;
ponteiros
invertidos
reversão de caminhos,
destinos,
ao sabor
das impossibilidades
preestabelecidas
à revelia
do coração.
Atrevo-me!
©rosangelaSgoldoni
06 05 2015
RL T 5 299 992
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)
UM NOVO CARNAVAL
A sede do novo leva-me ao encontro do desconhecido. O que seria em família refaço em grupo, entre faces renovadas. Meu carnaval distante, ...

-
Mais uma vez um ipê viceja em meio ao asfalto acinzentado, gasto, maltratado por pneus descompensados. O amarelo ressalta p...
-
Em meio à cidade grande, repleta de arranha-céus, engarrafamentos e ciladas, fumaça transforma-se em véu. Urbana demais eu me s...
-
Agradeço Um Poema Radical Infelicidade Insensatez Infidelidade Invalidez Não se fie no prefixo Opte pelo radical Acresça um bom s...