Rascunho versos. Neles, sentimentos.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FINAL DE TARDE, QUASE NOITE DE VERÃO



Um flamboyant sorri por entre flores
que pendem dos seus galhos.
Um coqueiro aninha pencas em brotação.
A coruja puxa conversa
com alguém que não tem pressa.
O perfume do mar embriaga a flor do cacto,
nascido ao acaso,
naquele recanto de jardim.
O bosque adormecido
mergulha em silêncio que entorpece.
O tempo,
perdido frente ao inusitado,
arrasta-se nesta noite de verão.

©rosangelaSgoldoni
30 12 2013
RL T 4 677 249

3 comentários:

  1. Maravilha de poema. Um crepúsculo de dar inveja em qualquer um. Parabéns!

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  2. Um flamboyant sorrindo! Maravilha!

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