Estereótipo da subserviência,
obediência,
natureza frágil...
Predadores à espreita,
um soco, olho roxo.
- Foi a última vez!
Para quem, mulher?
Não credite normalidade
ao último gole de bebida
nem à última briga ou safanão.
Preserve-se mulher inteira,
mãe, amiga, companheira!
Ao sonho, tintas de razão.
Ao medo,
fé e enfrentamento.
À dependência, educação e trabalho.
Ao preconceito, dignidade e respeito.
Ao amor, certezas de paz e possibilidades!
Viva mulher,
ser humano em plenitude!
©rosangelaSgoldoni
07 03 2024
RL T 8 014 750

Sua sensibilidade e manejo com as palavras é admirável, parabéns Rosângela!
ResponderExcluirAgradeço leitura e comentário.
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