domingo, 28 de setembro de 2014

NOITE DE TEMPORAL




Quase madrugada.
O corpo entorpece,
cala-se o tempo,
trincam-se os dentes.
Dormentes
que sustentam
os trilhos da solidão
amortecem
o fardo
das lembranças.
O abraço pendente
desaba:
noite de temporal!

©rosangelaSgoldoni
16 09 2014
RLT 4 964 867

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