Rotina contemporânea,
sangrar terras e mares,
impulsionar a economia,
apesar de todos os pesares.
O negro* que se supõe
riqueza, mas gera contrastes,
apresenta alternativas
discutidas em muitos debates.
Mas o homem não percebe
o caminho da destruição,
continua a investir em petróleo,
vasamentos e poluição.
Sofre o planeta e seus detratores,
sofrem inocentes desesperados,
trocam o fogão por “estufa”
animais indefesos, contaminados.
Àqueles que negligenciam a Terra
comprometendo demais agregados,
fauna e flora em compasso de espera,
reavaliem os projetos traçados.
Não ignorem o socorro pedido
são urgentes os cuidados.
as adversidades tentam me derrotar, luto contra tudo e contra todos, até mesmo contra mim: viro um bicho acuado e contra-atacocom garbo: a vida me fez assim!
Persigo a felicidade tal um guepardo a sua presa. Descortino horizontes com olhos de águia. Vislumbro saídas da toca, vencendo mais uma prova: renovo cores no meu jardim.